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Piloto na Suíça conecta bancos ao ledger da Google Cloud

A Crypto Finance conduziu um piloto no GCUL com transferências entre clientes de dois bancos suíços e integração concluída em menos de três meses.

Responsável editorial: Marco Aurélio PaulaRevisão automatizada

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Ilustração de montanhas suíças ao fundo, com dois edifícios semelhantes a bancos conectados por fluxos luminosos de dados. O texto sobreposto diz: “Piloto na Suíça conecta bancos ao ledger da Google Cloud”.

Piloto conectou instituições bancárias

A Crypto Finance Group lançou um piloto de infraestrutura de pagamentos digitais no Google Cloud Universal Ledger (GCUL). Segundo a fonte, a iniciativa permitiu transferências instantâneas de conta a conta entre clientes de dois bancos suíços.

O piloto reuniu dois emissores de tokens digitais, um banco suíço de ativos digitais e um banco suíço de transações B2B. A Crypto Finance assumiu a função de “currency operator”, responsável por definir as regras de interação entre os bancos participantes, incluindo liquidação interbancária, integração aos trilhos de pagamento SIC e protocolos de AML e conformidade.

Liquidação diferida e integração técnica

Para o piloto, a Crypto Finance escolheu a liquidação diferida. Nesse modelo, os pagamentos são acumulados e compensados, com a liquidação da diferença líquida ocorrendo periodicamente. A fonte afirma que, dessa forma, os clientes realizam transferências instantâneas enquanto os bancos preservam liquidez para a liquidação periódica.

A integração de sistemas foi concluída em menos de três meses. A implementação separou os participantes em projetos dedicados no Google Cloud. A Crypto Finance conectou serviços de administração de funções, um registro de liquidação e um serviço de gerenciamento de chaves à API dedicada do GCUL.

Os bancos participantes conectaram seus sistemas bancários centrais às próprias instâncias de API do GCUL. A fonte também descreve a possibilidade de conexão aos nós do GCUL por Remote Procedure Call a partir de instalações locais existentes.

Requisitos de participação

Para aderir à rede da moeda franco suíço no GCUL, os participantes precisam de licenças regulatórias que permitam transferências para terceiros e emissão de moeda bancária comercial. Taxas, limites, prazos de liquidação e configurações técnicas são definidos pelo operador da moeda, conforme o conjunto de regras aplicável.

No piloto, os dois bancos participantes operaram com limites iniciais conservadores, definidos com base em suas classificações de crédito. A fonte relata que ainda houve etapas de retaguarda com intervenção manual.

Ponto de atenção para gestores

Para instituições que avaliam esse tipo de arquitetura, o caso reforça a necessidade de separar a velocidade percebida pelo cliente da forma de liquidação entre bancos. A definição de regras, limites de emissão, controles de acesso, gestão de chaves e requisitos regulatórios precisa integrar o desenho operacional desde o início.

O piloto foi voltado a transferências domésticas de moeda bancária comercial na Suíça. Portanto, seus resultados devem ser analisados dentro desse escopo específico, sem extrapolação automática para outras jurisdições ou modelos de pagamento.

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Fontes consultadas