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Temporal Serverless Workers no Cloud Run entra em preview

Integração permite executar workers do Temporal em pools do Cloud Run, com ajuste de capacidade pelas filas de tarefas e possibilidade de escala zero na inatividade.

Responsável editorial: Marco Aurélio PaulaRevisão automatizada

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Ilustração futurista em tons de azul e roxo, com módulos luminosos em uma estrutura tecnológica; o texto diz: “Temporal Serverless Workers no Cloud Run entra em preview”.

O que foi anunciado

O Temporal Serverless Workers no Cloud Run está em preview. A oferta permite implantar workers do Temporal como worker pools do Cloud Run, enquanto o Temporal Cloud ajusta o tamanho desses pools de acordo com o trabalho nas filas de tarefas.

Quando não há trabalho, o pool pode escalar para zero. Os workers executam como instâncias de worker pool no projeto do usuário e consultam o Temporal Cloud em busca de tarefas. Eles permanecem sob a conta de serviço e na rede do usuário.

Como funciona o ajuste de capacidade

O Temporal Cloud acompanha as filas de tarefas e define a quantidade de instâncias via Cloud Run Admin API, com as permissões concedidas pelo usuário. Segundo o anúncio, o Temporal não abre conexão com as instâncias, o que elimina a necessidade de abrir portas ou criar regras de firewall para essa comunicação.

O principal sinal para adicionar capacidade é o atraso entre a entrada de uma tarefa no backlog e sua coleta por um worker. O Temporal mantém capacidade sobressalente para que o pool cresça antes da demanda. A redução é mais conservadora: o período de estabilização padrão após a última tarefa sem worker disponível é de 90 segundos.

A quantidade de instâncias fica entre os limites mínimo e máximo definidos pelo usuário. O Cloud Run também tem desligamento gradual configurável, que pode ampliar o período de 10 segundos para até 10 minutos.

Versões e custos de execução

Cada versão de build é executada em seu próprio worker pool. A solução exige o Temporal Worker Versioning para lidar com workflows em execução. No modo PINNED, o workflow termina na versão de worker em que começou. No AUTO_UPGRADE, ele pode migrar para a nova versão Current ou Target.

O anúncio afirma que os worker pools são cobrados enquanto as instâncias estão em execução e podem permanecer em zero entre processamentos em lote. Também informa que os preços listados são quase 40% menores por vCPU-hora e GB-hora do que os serviços Cloud Run com cobrança baseada em instância.

Pontos de atenção para gestores

Como recomendação editorial, equipes que avaliam a oferta devem definir os limites mínimo e máximo de instâncias conforme a espera aceitável para a primeira tarefa após um período de inatividade. O anúncio informa que, se essa tarefa não puder aguardar a inicialização de uma instância, o mínimo deve ficar acima de zero.

Também é recomendável planejar a estratégia de versionamento antes das implantações, pois cada versão de build utiliza um pool próprio e a integração requer o Temporal Worker Versioning.

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Fontes consultadas